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Mogiano apresenta solução para muros de vidro da USP

Engenheiro e arquiteto defende a substituição do vidro por alambrado

O engenheiro e arquiteto mogiano, José João Mossri, tem uma solução para o problema criado com a substituição dos muros de tijolos que cercavam a raia olímpica da Universidade de São Paulo, junto à Marginal Pinheiros, por uma cerca envidraçada. Desde que a troca foi feita, centenas de vidros já se despedaçaram, seja por ação de vândalos, ou por problemas no projeto de instalação, fazendo com a dilatação pela exposição ao sol forte provoque a quebra natural das placas.Em um parecer técnico, que o profissional poderá enviar à reitoria da USP, ele lembra inicialmente que “os laudos da Polícia Civil indicam que houve falhas na instalação, que levaram a quebras recorrentes das placas de vidro”. Mossri lembra que foi citada a falta de uma peça de borracha para calçar as placas estaria facilitando as quebras. O mogiano também não concorda totalmente com isso. “Houve erro em afirmar que tal peça iria resolver o problema, porque a borracha, com o passar do tempo, iria se estragar com rapidez, porque com a inversão térmica (calor-frio-chuva), além da trepidação causada pela passagem dos veículos, a borracha logo perderia a sua função. E o vidro, sem apoio, novamente solto, quebraria com grande facilidade.” Segundo Mossri, deveria existir um pequeno espaço (folga) entre o vidro e a estrutura. Mas conta tanta polêmica em torno da construção do muro de vidro junto à raia olímpica da USP, sem contar os custos adicionais com manutenção, a melhor solução para o problema seria mesmo a colocação de um alambrado. O engenheiro e arquiteto lembra que, hoje, os arames são revestidos de plástico, ganhando, portanto, maior resistência e menor manutenção, oferecendo o mesmo resultado e menor custo, garante Mossri.

Concorrências

A Engeconsult Consultores Técnicos Ltda foi a vencedora da licitação aberta pela Prefeitura de Mogi para realizar o estudo de concepção e projeto básico para implantação de coletores tronco da bacia do Rio Jundiaí, na região do distrito de Jundiapeba. Valor do projeto: R$ 1.194.262,34. Já a Demax Serviços e Comércio Ltda é quem irá executar as obras de cobertura da feira livre de Braz Cubas, à rua Ulisses Borges de Siqueira, ao custo de R$ 2.502.890,21.

Nos cargos

Mesmo envolvidos com as denúncias de irregularidades apresentadas pelo Ministério Público, os vereadores Antonio Lino da Silva (PSD) e Jean Lopes (PL) ainda são, respectivamente, presidente e suplente do Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara Municipal de Mogi das Cruzes. Pelo menos, até a manhã de ontem, era o que informava o site do Poder Legislativo.

Corredor

O DER abriu licitação para desapropriar áreas relativas a obras viárias na região, em especial a implantação do trecho do corredor de ônibus entre Arujá e Itaquá. A concorrência vai selecionar a empresa que irá cadastrar e avaliar os imóveis a serem desapropriados antes das obras (evitando o que ocorre na duplicação da Mogi-Dutra). Entre as obras previstas, a recuperação da pista e acostamentos da via; complementação da duplicação próximo à ponte do Tietê; melhorias na Itaquá-Arujá e, por fim, o corredor de ônibus, parte do BRT (Bus Rapid Transit) Metropolitano, que atenderá Arujá, Poá, Itaquá e Ferraz


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